26/05/2015

Puerto Natales, Chile


Puerto Natales está 247 km distante de Punta Arenas em direção noroeste, às margens do canal Señoret e de frente para a Cordilheira dos Andes. Fundada em 1911 junto à foz do rio Natales, a cidade está localizada na Província Última Esperanza, região de Magallanes e Antártica Chilena – XII Región, e os primeiros europeus a chegarem lá o fizeram em 1557, na expedição do explorador Juan Ladrillero que buscava uma rota para o Estrecho Magallanes. Em 1830, expedicionários britânicos reconheceram a região, numa expedição que contou com nomes famosos como Fitz Roy, William Skyring, James Kirk e Charles Darwin. 

É a porta de entrada para o Parque Nacional Torres del Paine e conta com atrativos naturais de grande impacto como o Parque Nacional dos Glaciares e o Monumento Natural Cueva del Milodón. Numa área de quase 50 mil quilômetros quadrados, estão distribuídos cerca de 10 mil habitantes. A economia está baseada na produção ganadeira, pescados e frutos do mar, além do turismo. Toda a cidade é coberta de atrativos turísticos e voltada para a hospitalidade e bem receber visitantes e proliferam hotéis, hostelerías e meios de hospedagem alternativos nas residências dos moradores. Come-se bem na cidade, com restaurantes em abundância e excelente qualidade. Museus, galerias e equipamentos que dão constrangimento na gente, especialmente para um portoalegrense, pois não temos nada parecido por aqui. 

Na beira do mar, além de espaços maravilhosos para pedestres, uma baita ciclovia com bicicletários. Em toda a cidade há respeito por pedestres e ciclistas. Aliás, é possível alugar bicicletas e circular pela cidade. E isto, vimos em toda a Patagônia. Todas as esquinas são rebaixadas, permitindo livre circulação de pedestres, inclusive para quem tem alguma dificuldade de locomoção, numa clara manifestação de respeito e cidadania. Os motoristas param quando as pessoas querem atravessar as ruas e não lembro de ouvir buzinas de apressadinhos. Diferente daqui, os garçons atendem a gente bem rápido e com muita cortesia e é possível obter informações corretas de qualquer pessoas na rua. Aliás, a sinalização, como em toda a Patagônia - chilena ou argentina, é abundante e detalhada. Levamos o GPS que ficou desligado a viagem toda e utilizamos um mapa rutero. A cidade é limpa, organizada e as praças muito bem cuidadas. Quase morri de inveja e despeito.

Los Tres Amigos e A Conquista do Fim do Mundo:
Mais fotos em: http://migre.me/pHRqw
Tem uma porrada de imagens lá e todo o dia aumenta.














rebaixo de calçada na esquina









rebaixo de calçada na esquina








bicicleário presente em todas as ruas









bicicleário presente em todas as ruas
















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