22/02/2013

Sheryl Crow / D´yer Maker Live 1995

De Torres...

E claro que dediquei alguns dias do meu verão à Torres. Não seria diferente... Mas ontem, dia 21, completou um ano do falecimento do Paulinho Cabelereiro, mais conhecido do que a Praia da Guarita. Ficou estranho a gente chegar na cidade e ir direto ao salão do Paulinho Cabelereiro e não encontrá-lo... Não ser recebido com o Johnnie Walker tapado de gelo e a alegria diária que este grande cara transmitia. O Paulinho transbordava alegria. O salão, agora, ficou a cargo do filho, Henrique, que vai precisar se desdobrar para suprir a falta que o Paulinho faz.

Artigo: Planejar para quê?

Artigo publicado em Zero Hora, 22/02/2013

"Os municípios, em grande parte nanicos, gastam o produto de seus impostos praticamente em pessoal"


Paulo Vellinho*

Associar-se com os japoneses, no caso a Panasonic em 1977, pode ser traduzido por sete meses de discussão e apenas dois para a fábrica funcionar.
Cada reunião tinha a sua pauta com um item novo, e assim foi até a exaustão.
Moral da história: o japonês planeja muito e erra pouco, enquanto nós planejamos pouco, subestimamos o planejamento, e o fazemos com atraso; como compensação erramos muito, e os erros custam muito caro.
Vejamos alguns casos que demonstram a irresponsabilidade de políticos demagogos e populistas: o Rio Grande do Sul teve dobrado o número de municípios em 10 anos, e ainda hoje o fruto dos plebiscitos fajutos mostram a imprudência e a irresponsabilidade dos autores.
80% dos municípios gaúchos possuem menos de 20 mil habitantes, enquanto 67% têm menos de 10 mil habitantes.
O que significou isso: geração de cabides de emprego, pois a constituição de um município exige um prefeito, um vice-prefeito, uma Câmara de Vereadores, uma delegacia de polícia, a estrutura do Poder Judiciário e por consequência o preenchimento de todas as vagas que se abrem para abrigar a estrutura necessária, sem falar nos CCs e nos funcionários fantasmas.
Aliás esqueci-me do único integrante que nada custa para o poder público que é o padre, quando não for o bispo.
É obvio que quando um país cresce em ritmo lento, medido pelo PIB, conclui-se que aos prefeitos cabe administrar a escassez de recursos, pois se multiplicou por dois o custo operacional dos municípios, restando cada vez menos recurso para investimento e infraestrutura.
Quando a irresponsabilidade dos políticos autores do crime de multiplicação dos municípios se traduz em tragédia que não foi anunciada mas aconteceu, muda-se o teor do discurso, substituindo a euforia na multiplicação pela choradeira da  escassez.
E aí pergunto, o que fazer?
Na  minha opinião nada, a não ser consumir as receitas divididas pela multiplicação feita... E aí vem o pior: os municípios, em grande parte nanicos, gastam o produto de seus impostos praticamente em pessoal.
E os investimentos em infraestrutura necessária para atender aos reclames da sociedade?
Com as mãos amarradas os prefeitos mais ousados endividam o municípios, quando têm crédito, e os demais simplesmente deixam o tempo passar, e de quando em quando são convidados para integrar a CCP, Caravana dos Prefeitos Pedintes, que vai a Brasília pedir auxílio do governo federal, que como todos sabem não têm o que dar, apesar de ser o centralizador dos recursos provindos da arrecadação; no entanto os recursos existem basta que se olhe o custo da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.
Por exemplo esse caso é a prova da irresponsabilidade do não planejamento indispensável, que levou e leva suas vítimas a constatação que foi cometido um grave erro ao promover, pela política demagógica,  a inviabilização do pleno desenvolvimento dos mais de 400 municípios do RS.
Quem paga a conta?
Sem dúvida a sociedade que habita o "andar de baixo", enquanto as do "andar de cima" não estão nem aí.
 

* Empresário

19/02/2013

Coisas boas do verão (I)...

Começou o verão. A gente dá um "start" e tudo começa a acontecer...







 

Quando chega a reta final do verão e o ano vai realmente começar a gente pensa nas coisas boas do verão: almoços (jantares, lanches e happy hour) com amigos; o sorriso da Rafaela, a alegria do Lorenzo, o carinho da Gringa, o mar, a-mar...







 


Quem faz mais pontos na canastra dos dias de chuva? Quem bota mais pimenta no camarão? O churrasco é mal ou bem passado? Ou é mais gosto ao ponto?









Nos amigos do verão também incluímos os peludos, que a gente toza, para dar mais conforto à eles...




 





 
Uma olhadinha, assim, de lado, pode dizer muita coisa...



... um sorvete, por favor?            
                                           






Mas, eu também quélo!





Ficar de costas para este marzão? 
Só pra sair na foto, com ele junto...








E tem a vez do restaurante, com cara de sono, e a mami junto...





A família feliz... 

                              lindamente feliz...


 

O sapo pingunçu...










Mas, o verão termina... As aulas começam, a cidade enlouquece, o trânsito paralisa. As pessoas adoecem. Se mordem, se engolem...